
CORRELAÇÃO ENTRE AS CAPACIDADES FÍSICAS BÁSICAS E O ÍNDICE DE CAPACIDADE DE TRABALHO EM BOMBEIROS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
2009; Volume: 78; Issue: 144 Linguagem: Português
10.37310/ref.v78i144.248
ISSN2447-8946
AutoresCristiano De A. C. Marcelino, Roberto Simão, Raphael Mendonça Guimarães, Belmiro Freitas de Salles, Juliano Spineti,
Tópico(s)Occupational Health and Performance
ResumoO propósito desse estudo foi investigar as características físicas básicas do Bombeiro Militar do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e correlacionar o nível de aptidão física com o índice de capacidade de trabalho (ICT). A amostra foi composta por 14 voluntários masculinos (33 ± 4 anos, 1,79 ± 0,07 metros, 83,4 ± 11,6 kg), alunos do Curso de Monitor de Educação Física do CBMERJ. os dados foram coletados em três dias não consecutivos ao longo de uma semana. No primeiro dia, foram realizadas a anamnese geral e a aplicação do questionário PAR-Q e do questionário para avaliar o ICT, e as medidas antropométricas. o segundo dia foi utilizado para a realização dos testes de aptidão musculoesquelética, tais como: flexibilidade, impulsão horizontal, resistência muscular para membros superiores e abdômen e força isométrica. o terceiro dia de teste foi destinado para o teste de resistência aeróbia (corrida de 2.400 metros). Para análise estatística descritiva, o tratamento empregado foi de medidas de tendência central e medidas de dispersão, valores mínimos e máximos alcançados, além de uma TABElA de percentis por qualidade física. Para verificar a correlação entre o somatório do score-t e o ICT foi utilizada a equação de Produto-Momento de Pearson, para tal foi utilizado o programa Estatística versão 7.0. Não foi encontrada correlação entre o ICT e o nível de aptidão física, os participantes apresentaram bons níveis de aptidão física nos testes de resistência aeróbia, impulsão horizontal, flexão de braços e abdominal, entretanto não ocorreu o mesmo para a verificação da flexibilidade e da força isométrica em barra fixa. Em conclusão, o ICT não mostrou ser um método adequado para quantificar a capacidade de trabalho desses profissionais.
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