
O “comum” na realidade segundo Tomás de Aquino
2015; UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECONCAVO DA BAHIA; Volume: 12; Issue: 2 Linguagem: Português
10.31977/grirfi.v12i2.659
ISSN2178-1036
AutoresThiago Sebastião Reis Contarato,
Tópico(s)Medieval Philosophy and Theology
ResumoNa Idade Média, havia um problema conhecido como “Querela dos Universais”, com a discordância entre o realismo, conceitualismo e nominalismo sobre estatuto ontológico e epistemológico dos universais. Tomás de Aquino é um realista moderado porque admite que o universal tem um ser nos indivíduos, na realidade e fora da mente. Quando falamos de um “universal na realidade”, nós nos referimos a aquilo que é comum a mais de um indivíduo. Depois, os modos de ser do conceito universal do intelecto e do aspecto comum na realidade precisarão ser distinguidos, pois temos que esclarecer que o universal no intelecto não é exatamente igual ao comum na realidade, embora o primeiro seja tomado deste último. Uma vez que o aspecto comum não existe por si, mas apenas nos indivíduos, faremos uma breve análise acerca da individuação também.
Referência(s)